Uma inversão de papéis. O psiquiatra, acostumado a “observar†e entender a vida dos outros, desta vez estará sendo vigiado por todo o Brasil.
Para não fazer feio na casa, o mineiro de Uberaba parece que tem a receita. “A gente tem que se controlar. É preciso ter inteligência emocionalâ€, define.
Marcelo, que tem 31 anos, entrou na faculdade aos 18. Um ano depois de se formar, decidiu seguir de mala e cuia para Londres. Ralou na capital inglesa: “Fiz de tudo um pouco. Fui garçom e, depois, uma espécie de segurança numa boate”, conta. Sobre o perfil de um psiquiatra: “É um ser humano normalâ€, simplifica.


